LISBOA PORTO N.º 24 SET—DEZ 2025 Pensar o cérebro editorial por Susana Santos Nesta programação do MBITO ULTURAL , propomos-lhe Pensar o Cérebro com um nó na garganta . Queremos entender como funcionam as redes neuronais e as outras redes, as que o imitam e o ultrapassam com a Inteligência dita, Artificial. Sem sabermos exatamente de que artifícios se abastecem essas espécies de sinapses, procuramos, nos processos da memória, da razão e da emoção, encontrar o nosso lugar, mesmo em caminhos que se bifurcam como os dos tempos de agora. Afinal, que papel queremos e podemos ter neste novo mundo? Conhecemos-lhe as maravilhas, ainda guardamos capacidade para nos deslumbrarmos? E que emoções nos seduzem? De onde vêm? Haverá boa comunicação sem um equilíbrio entre Ethos, Pathos e Logos, como queria Aristóteles? Terão os clássicos as respostas humanas? Poderão as máquinas reproduzir um sentido ético? Desenvolver uma espécie de empatia? Tomar decisões racionais e reproduzir emoções? Serão melhores do que nós? Queremos que sejam? Seremos nós iguais, depois de as usarmos? Estaremos nós a viver uma revolução ontológica, mais do que tecnológica? De tudo isto, dos prodígios da ciência, da filosofia e da literatura se compõem as nossas sessões. Tal como Helder Macedo, um dos nossos convidados do Poe(mar), acreditamos que “não é bastante ser livremente tudo o que sei e estar aberto a tudo o que serei” e, como ele, queremos “o resto”. Mesmo que o resto nos provoque um arrepio no estômago. Inscreva-se e venha connosco ao admirável mundo da nova inteligência e ao da velha, onde há sempre lugar para a emoção e para o espanto. Porque, amigos, a IA faz de tudo, menos um nó na garganta. com um nó na garganta O El Corte Inglés entende, por herança do seu fundador, que deve retribuir à sociedade uma parte do que dela recebe. Neste sentido, criou a marca Âmbito Cultural , que é uma das suas expressões de responsabilidade social corporativa e que visa a organização de atividades de promoção do conhecimento e de difusão de valores culturais junto dos cidadãos, contribuindo para o seu desenvolvimento e enriquecimento pessoal e, coletivamente, para o progresso da sociedade em que se insere.
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